Antes de mais, olá a todos, espero que já esteja explicado por um dos outros Williams o porquê do não postarmos à alguns dias, mas tenham calma, não se stressem, que os posts voltaram. Ora bem por onde começar? O Vasco já falou da sua especialidade, os Jogos Olimpicos, o Nuno falou na sua pseudo especialidade (Pseudo porque a grande especialidade é sem sombra de dúvida a mania da organização, dos dinheiros e das contas) e agora chega à minha especialidade: MUSICA! Pois é meus amigos, fomos ver um festivaléco aqui por terras helvéticas de um estilo musical que apesar de apreciar, não é propriamente o meu preferido: Jazz. Devo começar por dizer que pouco ou nada ouvi que fosse puro Jazz, ouvi Reggae, Rock Industrial, Rock Alternativo, Musica Típica dos Índios… enfim, de entre tantos géneros diferentes do jazz não houve aquele que me põe a mim maluco (no bom sentido) e aos outros Williams loucos (No mau sentido): Metal, nem uma nota mais distorcida sequer… nada! Mas nem por isso deixei de apreciar o festival. Chegados a Montreux somos confrontados com uma cadeia enoooorme de tendas com milhares de productos comestíveis, jóias, brinquedos, jogos, bandeiras, tabaco, enfim… um antro de perdição não fossem os Três Williams do Monte uns tipos capazes de resistir a tanto consumismo, caso contrário estaria a relatar o regresso mais cedo a terras lusas. Em vez de esbanjar dinheiro fomos mas é jantar os nossos belos enlatados de massas, jantámos à beira do lago, numa paisagem bastante peculiar (pelo menos para Tugas) em pleno Verão, vislumbrava-se na margem oposta do lago, uma montanha, mas não era uma montanha qualquer, uma montanha com NEVE! Depois desde jantar único, resolvemos por-nos a “Tchécar” (Anglicanismo que vem da palavra “Check” da língua britânica e foi tornado famoso por Sebas) as famosas tendas de consumismo massivo. No meio de tanta tenda o Sebas descobriu uma pechincha: custou 35CHF (25 euros ou coisa que o valha), poderão ver o que é no fim do famoso desfile de Santa Apolónia. Continuando: passeando pelas ruas de tendas, encontramos aquele seria o 1º verdadeiro músico da noite, o jovem Tristan Omeara, um tipo multi-instrumental, tocava guitarra acústica, harmónica, didjiridou, Ukelele e cantava. Tudo sublimemente bem e alguns instrumentos ao mesmo tempo. Fascinados por tanta perícia (especialmente os Williams adoradores de Reggae que todos sabem quem são) resolvemos abancar e apreciar um pequeno muito bom concerto (Notem que nem ao Sr. fanático de Metal Sebastião Pinto escapou a sensibilidade musical e o talento de Tristan)este senhor brindou-nos com um concerto bastante bom e especialmente divertido (desculpem-me os sensíveis do reggae, mas ver um tipo a soprar uma harmónica, palhetar uma guitarra e cantar ao mesmo tempo tem a sua dose de humor!) depois do Vasco comprar o CD do homem resolver-mos “Tchécar” a Disco, ao tentarmos entrar, o pequeno Vasquinho foi barrado, mas após uma brilhante actuação merecedora de um Óscar por parte do Nuno, que disfarçou estar ao telemóvel e aproximar-se do Vasco para lhe dar o meu passaporte (com o qual conseguiu entrar) estávamos então dentro duma discoteca, nesta somo brindados com mais um concerto, este de um rock alternativo e industrial, um pouco foleiro, mas apesar disso bastante bom. À procura de ambientes mais animados (leia-se miúdas) a fome instala-se nos nossos estômagos, e o Vasquinho ( O único com francos) comprou um crepezinho, capaz de fazer inveja a qualquer um. Depois de vencidos pela fome, pelo sono e pelo fracasso de encontrar ambientes mais animados (Leia-se miúdas) Seguimos entao para casa (estacao de comboios) para uma noite bem (mal) passada. Numa estaçao que de forma pouco menos que nazi impunha que nunca nos pudessemos deitar fosse onde fosse. E por isso a noite foi pouco ou nada agradavèl. 6 horas acorados e meia hora de sono depois seguimos para veneza, mas terao de esperar pelo proximo post para saber novidades.
PS: Mafalda e Bà em santa Apolonia dia 3. :D
PS do PS : viram como era urgente?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Post do Nuno cujo no titulo nao podemos ser criativos pois somos nos sebas e vasco que aqui estamos a postar posts
Olá famílias Silva e Ferreira Pinto, antes de mais espero que estejam todos a 100% e a ter uns bons dias sem nós (eu sei que morrem de saudades mas não se preocupem que isso é normal na vossa idade)(excepto as crianças, incluindo tu João, que devem estar deliciadas com o “factor” irmão não estar presente…).
Posso começar por dizer, muito orgulhosamente que o 2º dia passado em Lausanne foi bastante “produtivo” e cultural, visto que para além de visitar-mos belas panóplias de arte ainda tive o gosto de ter o Vascu (é de propósito) a desenhar comigo.
Ora bem, ao acordarmos por volta das 9 e picos (hora de mim) /10 e tal(hora deles) deparamo-nos com o pequeno stress de termos de sair até as 11h. Pelo que enquanto o Nuno foi comprar a bela da baguete os meninos estavam atrapalhadamente a acabar de arrumar os seus pertences. Depois deste pequeno résvés segui-mos com o propósito de visitar um museu cujo título era, e passo a citar: “de Courbet a Picasso” mas só depois de andar cima/baixo é que percebemos que não era em Lausanne que este se encontrava, mas sim numa cidade vizinha. Pelo meio destas decisões, passámos pelo Museu Olímpico e como no dia anterior não tínhamos tido oportunidade de poder comprar uns souvenirs, aproveita-mos e demos uma olhadela. Só para terem uma ideia…: gastos de Nuno: 6.3 CHF, gastos de Sebas: 5.5 CHF e para finalizar, gastos de Vasco: 87.4 CHF. (tenham atenção que este menino faz muitas colecções…)
Decidimos então que como nos estava a faltar arte, iríamos conhecer o musée fondation Hermitage e que para isso tínhamos de subir. Apanhámos o metro (com o passe que a guesthouse nos tinha fornecido) e chegámos à suposta saída. Começámos por procurar plaquetas ou sinais que nos pudessem auxiliar e nada. Foi aí que decidimos perguntar ao par de velhinhas que se encontrava num jardim nearby. E não é que as senhoras disseram que o Hermitage era bastante longe, e deram a entender para as seguir, e no segundo a seguir já estavam a caminhar opostamente ao sítio pretendido como se nada fosse? Simplesmente fantástico. Ainda um pouco atordoados e perdidos, somos abordados por um rapaz suíço que nos vem pedir um cigarette e nós aproveitamos e pedimos-lhe auxílio. Bastante prestável, diz-nos para o seguirmos e indica-nos o caminho certo. Depois de uma agreste subida chegámos à fundação, e somos surpreendidos com uma magnânima vista do lago e de todo o seu envolvente. E foi então que decidimos que estava na hora de meter qualquer coisa ao bucho (embora não fosse assim muito apetecível, visto que o nosso almoço seria pão com doce…) e entrar no museu para ver a tão desejada exposição (com um nome bastante semelhante à outra) “Paisagens - de Cézanne a Rohtko”. Ao entrarmos deparamo-nos imediatamente com um quadro de Silsey, um dos mestres do impressionismo que mais me agradam, e ao longo de toda a exposição somos brindados com obras de mestres como Monet, Cézanne, Hodler, Braque, Calder (um móbil muito louco que o Vasco gostou especialmente e fez um voto, para num futuro não muito distante, o vir a adquirir), Giacometti, Picasso, Signac, Warhol, Dali, etc, etc, etc.
Depois desta poderosa inspiração de arte, vimo-nos obrigados a não perder a famosa catedral de Lausanne, que tem, sem dúvida os maiores, e mais belos vitrais que eu, Nuno Silva, já vi. Foi bastante bom termos vindo aqui porque o menino Vasco lá se soltou e decidiu fazer-me companhia a desenhar (como já tinha referido no início) e devo dizer-vos que para um principiante não ficou mal.
Depois desta bonita visita ao topo da cidade, decidimos que estava altura de ir bombar para Montreux e fomos apanhar o trem para o festival de jazz mais conhecido da galáxia.
Não me vou alargar muito porque é o Sebastião que vai falar do mesmo, mas só queria dizer que o mundo é uma aldeia, e vocês perguntam porquê? e eu passo a explicar: então não é que ao estarmos a jantar beira-lago, muito descansadamente, vemos passar um “amigo” nosso (meu e do Vasco) que conhecemos no Jamboree, á dois anos? E não é que ele estava um pouco bêbado e nem sequer nos reconheceu? Pois é, isso foi pena, mas pelo menos sabemos que nós ainda estamos sãos e nos lembra-mos de caras conhecidas durante apenas 13 dias.
Para o caso de quererem saber, estamos agora a chegar a Venezia (para dor de cotovelo é creme nívea) e o Sebastião está ansioso por escrever.
Cumprimentos a todo o pessoal.
Gosto muito de vocês (o Vasco esta a gozar comigo e está a chamar-me panisssssggggggggga).
Nuno, o 1º William do monte
Posso começar por dizer, muito orgulhosamente que o 2º dia passado em Lausanne foi bastante “produtivo” e cultural, visto que para além de visitar-mos belas panóplias de arte ainda tive o gosto de ter o Vascu (é de propósito) a desenhar comigo.
Ora bem, ao acordarmos por volta das 9 e picos (hora de mim) /10 e tal(hora deles) deparamo-nos com o pequeno stress de termos de sair até as 11h. Pelo que enquanto o Nuno foi comprar a bela da baguete os meninos estavam atrapalhadamente a acabar de arrumar os seus pertences. Depois deste pequeno résvés segui-mos com o propósito de visitar um museu cujo título era, e passo a citar: “de Courbet a Picasso” mas só depois de andar cima/baixo é que percebemos que não era em Lausanne que este se encontrava, mas sim numa cidade vizinha. Pelo meio destas decisões, passámos pelo Museu Olímpico e como no dia anterior não tínhamos tido oportunidade de poder comprar uns souvenirs, aproveita-mos e demos uma olhadela. Só para terem uma ideia…: gastos de Nuno: 6.3 CHF, gastos de Sebas: 5.5 CHF e para finalizar, gastos de Vasco: 87.4 CHF. (tenham atenção que este menino faz muitas colecções…)
Decidimos então que como nos estava a faltar arte, iríamos conhecer o musée fondation Hermitage e que para isso tínhamos de subir. Apanhámos o metro (com o passe que a guesthouse nos tinha fornecido) e chegámos à suposta saída. Começámos por procurar plaquetas ou sinais que nos pudessem auxiliar e nada. Foi aí que decidimos perguntar ao par de velhinhas que se encontrava num jardim nearby. E não é que as senhoras disseram que o Hermitage era bastante longe, e deram a entender para as seguir, e no segundo a seguir já estavam a caminhar opostamente ao sítio pretendido como se nada fosse? Simplesmente fantástico. Ainda um pouco atordoados e perdidos, somos abordados por um rapaz suíço que nos vem pedir um cigarette e nós aproveitamos e pedimos-lhe auxílio. Bastante prestável, diz-nos para o seguirmos e indica-nos o caminho certo. Depois de uma agreste subida chegámos à fundação, e somos surpreendidos com uma magnânima vista do lago e de todo o seu envolvente. E foi então que decidimos que estava na hora de meter qualquer coisa ao bucho (embora não fosse assim muito apetecível, visto que o nosso almoço seria pão com doce…) e entrar no museu para ver a tão desejada exposição (com um nome bastante semelhante à outra) “Paisagens - de Cézanne a Rohtko”. Ao entrarmos deparamo-nos imediatamente com um quadro de Silsey, um dos mestres do impressionismo que mais me agradam, e ao longo de toda a exposição somos brindados com obras de mestres como Monet, Cézanne, Hodler, Braque, Calder (um móbil muito louco que o Vasco gostou especialmente e fez um voto, para num futuro não muito distante, o vir a adquirir), Giacometti, Picasso, Signac, Warhol, Dali, etc, etc, etc.
Depois desta poderosa inspiração de arte, vimo-nos obrigados a não perder a famosa catedral de Lausanne, que tem, sem dúvida os maiores, e mais belos vitrais que eu, Nuno Silva, já vi. Foi bastante bom termos vindo aqui porque o menino Vasco lá se soltou e decidiu fazer-me companhia a desenhar (como já tinha referido no início) e devo dizer-vos que para um principiante não ficou mal.
Depois desta bonita visita ao topo da cidade, decidimos que estava altura de ir bombar para Montreux e fomos apanhar o trem para o festival de jazz mais conhecido da galáxia.
Não me vou alargar muito porque é o Sebastião que vai falar do mesmo, mas só queria dizer que o mundo é uma aldeia, e vocês perguntam porquê? e eu passo a explicar: então não é que ao estarmos a jantar beira-lago, muito descansadamente, vemos passar um “amigo” nosso (meu e do Vasco) que conhecemos no Jamboree, á dois anos? E não é que ele estava um pouco bêbado e nem sequer nos reconheceu? Pois é, isso foi pena, mas pelo menos sabemos que nós ainda estamos sãos e nos lembra-mos de caras conhecidas durante apenas 13 dias.
Para o caso de quererem saber, estamos agora a chegar a Venezia (para dor de cotovelo é creme nívea) e o Sebastião está ansioso por escrever.
Cumprimentos a todo o pessoal.
Gosto muito de vocês (o Vasco esta a gozar comigo e está a chamar-me panisssssggggggggga).
Nuno, o 1º William do monte
Resumo de aquilo que se passou atè ... ontem
Allô Allô . “Listen carefully I shall say this only once!”
Este “post” que se segue teria metade do tamanho se há dois dias quando o Vasco (esta foi para ti João) estava sentado a espalhar magia pelo teclado a internet não se tivesse ido abaixo levando com ela o nosso post do dia. Mas como eu sei que vocês gostam muito de ler o nosso tremendo blog espero que consigam arranjar um espaço na vossa quase tão preenchida como a nossa agenda para tornar o vosso dia melhor seja a rir á custa dos meus erros hortográficos (este foi de propósito). Felizmente é nos difícil distinguir e coordenar bem as actividades com os dias do interrail graças ao facto de termos tentado encher os nossos dias e noites ao máximo e por essa razão os nossos dias têm-se entranho uns nos outros e ora estamos em França ora na Suiça mas começando pelo ultimo dia nas terras de Napoleão.
Sendo quem somos pensámos que os caminhos-de-ferro de França se organizassem por nós mas devido a uma falha técnica a organização acabou por falhar mesmo a seguir a mostrarmos os nossos passes interrail todo-podersos e acabamos por ganhar mais um dia na cidade cor de rosa porque os bilhetes para a capital Olímpica estavam esgotados (perceberão mais tarde porque). Decidimos então fazer o que não tínhamos conseguido no dia anterior e fomos visitar o Musée de quelque chose de Toulouse (Escapou-se me o nome da memória) onde entre mobiles, instalações, fotografias e quadros que na maioria me ultrapassavam (a barreira do aceitável para o lado do feiinho) encontrámos a melhor embora mais efémera peça de arte que alguma vez vi, uma sala repleta de espelhos a reflectir as três mais inacreditavelmente bem concebidas formas artísticas… isso mesmo os Três Williams do Monte!
Depois de tanta arte Avant Garde decidimos que o nossodias estava com os níveis de sofisticação muito elevados e que tínhamos então que ingressar numa qualquer actividade mais comum e foi então que tivemos a brilhante ideia de ir aos saldos de Toulouse que parecendo que não são parecidos com aqueles de Lisboa, Porto, Faro Aveiro E Aldeia de Irmãos” o que estranhamos. No entanto serviram para esturrar algum dinheiro mas como obviamente tendo a fama e o “media coverage” que temos não nos quisemos “esticar” na banalidade e só adquirimos indumentária digna de um William. (Poderam ver as peças no tão aguardado desfile “Back From Europe” no dia Três de Agosto na estação de Santa Apolónia Lisboa Bilhetes á venda nos locais habituais e balcões da Caixa Agricula (entrada é Livre para todos os membros do Blog “Os Três Williams Do Monte”))
Acabadas as compras e as re-despedidas fomos mais uma vez surpreendidos pela CFF (Chemain Ferriere de France) que nos presentiarão com um belo atraso de 3 horas (era na altura perceptível o sentimento de ciúmes que os gauleses estavam a sentir dos helvéticos que teriam a honra de nos hospedar nos próximos dias) e acabamos por chegar a Lausanne mais tarde que o previsto. Não houve no entanto qualquer problema pois a seguir a testarmos a qualidade do “Mác Dô” (Françes Para Mc Nodals) ainda tivemos tempo não só de contemplar placa afixada na porta do nosso hostal que lia numa letra típica da época Neo Renascentista: Check-in Opens at 3:30 (os nossos relógios apenas liam 2:45) mas de feitas as inscrições, arrumações e planificações necessárias ainda sobrar mais que tempo para que utilizando o passe livre transito para todos os transportes públicos da cidade que nos foi oferecido no hostal, nos deslocasse-mos á beira Már, não Rio, não Lago (a sério que a dimensão confunde até o mais conhecedor) para visitarmos o museude aquilo que é sem margem para duvidas (preparar para a graxa) a melhor mais bem organizada e orientada organização do planeta e arredores: OS JOGOS OLIMPICOS. O Museu para alem de bem localizado, num jardim mais que bem tratado, Num edifico clássico e bonito por fora, moderno e bonito por dentro, era também interessante tanto para quem já conhece bem como para quem não e acima de tudo tinha a qualidade que acho mais importante num museu/exposição: era fácil de ver e nada cansativo. Havia no entanto três senãos no museu:
1.) Demasiados cacos de vasos gregos e outras “maravilhas” arqueológicas que muito tinham haver com desporto mas pouco tinham haver com os Jogos da Era Moderna.
2.) Numa vitrina que tinha expostas exemplares de cada medalha dos jogos olímpicos desde 1900 e troca o paço a medalha de prata de Montreal estava trocada com a do México.
3 e mais grave) No jardim estava marcada a distancia do recorde mundial feminino do lançamento do peso junto do próprio peso e ao vermos ambos os artigos fomos os três emasculados e vimos a nossa taxa de “bazófia disparar de cima dos altíssimos 5 metros e alguma coisa que marcam o recorde mundial do salto á vara para os modestos 2 metros e 48 que marcam o recorde de salto em altura.
No entanto tudo isto se eclipsou por detrás do nosso segundo encontro com um emigrante luso na suíça. Encontrámos este por detrás de um ecrã replecto de outras figuras e não é que se chamava Fernando Ferreira Lima Bello? Mas que grande coincidência eim? Hé hé o Avô Fernando está no Museu Olímpico da Lausanne!
Depois de nos expulsarem do museu por passar da hora Suiça de ir deitar (6h) fomos ao super mercado pour acheter a matéria-prima para o nosso surpreendentemente comestível jantar e saímos para irmos experienciar a noite suíça que ingenuamente não pensámos estaria tão adormecida como estava e fracassada a saída fomos para “casa” dormir.
Ontem decidimos satisfazer as necessidades artisiticas do Nuninho e fomos ao Hermitage de Lausanne que se situa acima da cidade coincidencialmente num monte maravilha topográfica donde são originados os Williams. No caminho viemos a descobrir que afinal o centro da cidade não era onde nós achamos que era e reservamos um tempo a seguir ao Hermitage para o visitarmos.
A seguir a tanta História e cultura apetecia um lugar para descomprimir e com o mítico Festival de Jazz de Montreaux há distancia de uma borla no comboio a nossa decisão tornou-se fácil.
Achei por bem não me alongar na arte e na musica para deixar os especialistas de cada área que estão aqui sentados a meu lado faze-lo nos seus posts.
Abreijos para todos!
Vasco Ferreira Pinto
Este “post” que se segue teria metade do tamanho se há dois dias quando o Vasco (esta foi para ti João) estava sentado a espalhar magia pelo teclado a internet não se tivesse ido abaixo levando com ela o nosso post do dia. Mas como eu sei que vocês gostam muito de ler o nosso tremendo blog espero que consigam arranjar um espaço na vossa quase tão preenchida como a nossa agenda para tornar o vosso dia melhor seja a rir á custa dos meus erros hortográficos (este foi de propósito). Felizmente é nos difícil distinguir e coordenar bem as actividades com os dias do interrail graças ao facto de termos tentado encher os nossos dias e noites ao máximo e por essa razão os nossos dias têm-se entranho uns nos outros e ora estamos em França ora na Suiça mas começando pelo ultimo dia nas terras de Napoleão.
Sendo quem somos pensámos que os caminhos-de-ferro de França se organizassem por nós mas devido a uma falha técnica a organização acabou por falhar mesmo a seguir a mostrarmos os nossos passes interrail todo-podersos e acabamos por ganhar mais um dia na cidade cor de rosa porque os bilhetes para a capital Olímpica estavam esgotados (perceberão mais tarde porque). Decidimos então fazer o que não tínhamos conseguido no dia anterior e fomos visitar o Musée de quelque chose de Toulouse (Escapou-se me o nome da memória) onde entre mobiles, instalações, fotografias e quadros que na maioria me ultrapassavam (a barreira do aceitável para o lado do feiinho) encontrámos a melhor embora mais efémera peça de arte que alguma vez vi, uma sala repleta de espelhos a reflectir as três mais inacreditavelmente bem concebidas formas artísticas… isso mesmo os Três Williams do Monte!
Depois de tanta arte Avant Garde decidimos que o nossodias estava com os níveis de sofisticação muito elevados e que tínhamos então que ingressar numa qualquer actividade mais comum e foi então que tivemos a brilhante ideia de ir aos saldos de Toulouse que parecendo que não são parecidos com aqueles de Lisboa, Porto, Faro Aveiro E Aldeia de Irmãos” o que estranhamos. No entanto serviram para esturrar algum dinheiro mas como obviamente tendo a fama e o “media coverage” que temos não nos quisemos “esticar” na banalidade e só adquirimos indumentária digna de um William. (Poderam ver as peças no tão aguardado desfile “Back From Europe” no dia Três de Agosto na estação de Santa Apolónia Lisboa Bilhetes á venda nos locais habituais e balcões da Caixa Agricula (entrada é Livre para todos os membros do Blog “Os Três Williams Do Monte”))
Acabadas as compras e as re-despedidas fomos mais uma vez surpreendidos pela CFF (Chemain Ferriere de France) que nos presentiarão com um belo atraso de 3 horas (era na altura perceptível o sentimento de ciúmes que os gauleses estavam a sentir dos helvéticos que teriam a honra de nos hospedar nos próximos dias) e acabamos por chegar a Lausanne mais tarde que o previsto. Não houve no entanto qualquer problema pois a seguir a testarmos a qualidade do “Mác Dô” (Françes Para Mc Nodals) ainda tivemos tempo não só de contemplar placa afixada na porta do nosso hostal que lia numa letra típica da época Neo Renascentista: Check-in Opens at 3:30 (os nossos relógios apenas liam 2:45) mas de feitas as inscrições, arrumações e planificações necessárias ainda sobrar mais que tempo para que utilizando o passe livre transito para todos os transportes públicos da cidade que nos foi oferecido no hostal, nos deslocasse-mos á beira Már, não Rio, não Lago (a sério que a dimensão confunde até o mais conhecedor) para visitarmos o museude aquilo que é sem margem para duvidas (preparar para a graxa) a melhor mais bem organizada e orientada organização do planeta e arredores: OS JOGOS OLIMPICOS. O Museu para alem de bem localizado, num jardim mais que bem tratado, Num edifico clássico e bonito por fora, moderno e bonito por dentro, era também interessante tanto para quem já conhece bem como para quem não e acima de tudo tinha a qualidade que acho mais importante num museu/exposição: era fácil de ver e nada cansativo. Havia no entanto três senãos no museu:
1.) Demasiados cacos de vasos gregos e outras “maravilhas” arqueológicas que muito tinham haver com desporto mas pouco tinham haver com os Jogos da Era Moderna.
2.) Numa vitrina que tinha expostas exemplares de cada medalha dos jogos olímpicos desde 1900 e troca o paço a medalha de prata de Montreal estava trocada com a do México.
3 e mais grave) No jardim estava marcada a distancia do recorde mundial feminino do lançamento do peso junto do próprio peso e ao vermos ambos os artigos fomos os três emasculados e vimos a nossa taxa de “bazófia disparar de cima dos altíssimos 5 metros e alguma coisa que marcam o recorde mundial do salto á vara para os modestos 2 metros e 48 que marcam o recorde de salto em altura.
No entanto tudo isto se eclipsou por detrás do nosso segundo encontro com um emigrante luso na suíça. Encontrámos este por detrás de um ecrã replecto de outras figuras e não é que se chamava Fernando Ferreira Lima Bello? Mas que grande coincidência eim? Hé hé o Avô Fernando está no Museu Olímpico da Lausanne!
Depois de nos expulsarem do museu por passar da hora Suiça de ir deitar (6h) fomos ao super mercado pour acheter a matéria-prima para o nosso surpreendentemente comestível jantar e saímos para irmos experienciar a noite suíça que ingenuamente não pensámos estaria tão adormecida como estava e fracassada a saída fomos para “casa” dormir.
Ontem decidimos satisfazer as necessidades artisiticas do Nuninho e fomos ao Hermitage de Lausanne que se situa acima da cidade coincidencialmente num monte maravilha topográfica donde são originados os Williams. No caminho viemos a descobrir que afinal o centro da cidade não era onde nós achamos que era e reservamos um tempo a seguir ao Hermitage para o visitarmos.
A seguir a tanta História e cultura apetecia um lugar para descomprimir e com o mítico Festival de Jazz de Montreaux há distancia de uma borla no comboio a nossa decisão tornou-se fácil.
Achei por bem não me alongar na arte e na musica para deixar os especialistas de cada área que estão aqui sentados a meu lado faze-lo nos seus posts.
Abreijos para todos!
Vasco Ferreira Pinto
quarta-feira, 15 de julho de 2009
1º dia em Toulouse
Sebastião
Ora bem, chegádos do comboio fomos recebidos pela fantástica Sarah, que até a seguir ao almoço não acreditava que era eu que era o tal "primo do vasco" enfim, é o que dá estas faltas de comunicação entre os williams. continuando, chegámos à pequena mas muito acolhedora casa da Sarah e da Sandra estafados, esfomeados, mas cheios de pica por chegarmos a 1ª cidade neste interail. Depois de uma fantástica Bolonhesa caseira que pôs os nossos farneis num chinelo, duma troca de palavras e um cigarrinho, tavamos prontos para zarpar a descoberta de toulouse, vimos um pouco as paisagens locais ja referidas pelo vasco. passámos pelo restaurante onde trabalha a nossa querida Sarah, o "J'Go" onde entre iguarias como o pâte, as "chalchichas" de borrego e as batatas fritas em óleo de pato e um pouco da guitarra e voz da Sarah saimos de lá bem empaturrados (Mães calma, foi baratinho!) chegádos a casa, o entusiasmo apoderou-se de todos tirando o Nuno, que tal como ja tinha dito, foi o primeiro a sentir na pele o cansaço de não ter dormido no quimbas, chegou arrochou e pos demasiado cedo o seu ponto final numa noite bem animada. mau perder no poker? talvez. e depois de dormirmos que nem uns bebés e termos acordado sãos e bem dispostos tive de pôr nas colunas uma musiquinha matinal pá malta: "Wherever I May Roam" dos Metallica foi a banda sonora escolhida para escrever esta entrada no Blog, nada melhor que isto. enfim, a saudade já se sente mas a vontade de voltar nem vê-la! um grande beijinho e um forte abraço.
Ora bem, chegádos do comboio fomos recebidos pela fantástica Sarah, que até a seguir ao almoço não acreditava que era eu que era o tal "primo do vasco" enfim, é o que dá estas faltas de comunicação entre os williams. continuando, chegámos à pequena mas muito acolhedora casa da Sarah e da Sandra estafados, esfomeados, mas cheios de pica por chegarmos a 1ª cidade neste interail. Depois de uma fantástica Bolonhesa caseira que pôs os nossos farneis num chinelo, duma troca de palavras e um cigarrinho, tavamos prontos para zarpar a descoberta de toulouse, vimos um pouco as paisagens locais ja referidas pelo vasco. passámos pelo restaurante onde trabalha a nossa querida Sarah, o "J'Go" onde entre iguarias como o pâte, as "chalchichas" de borrego e as batatas fritas em óleo de pato e um pouco da guitarra e voz da Sarah saimos de lá bem empaturrados (Mães calma, foi baratinho!) chegádos a casa, o entusiasmo apoderou-se de todos tirando o Nuno, que tal como ja tinha dito, foi o primeiro a sentir na pele o cansaço de não ter dormido no quimbas, chegou arrochou e pos demasiado cedo o seu ponto final numa noite bem animada. mau perder no poker? talvez. e depois de dormirmos que nem uns bebés e termos acordado sãos e bem dispostos tive de pôr nas colunas uma musiquinha matinal pá malta: "Wherever I May Roam" dos Metallica foi a banda sonora escolhida para escrever esta entrada no Blog, nada melhor que isto. enfim, a saudade já se sente mas a vontade de voltar nem vê-la! um grande beijinho e um forte abraço.
La France
Vasco
Aqui estamos na terra das napolitanas (será?). Ontem apesar do cansaço o dia esteve longe de ser curto. Tenho que dizer que o feriado nacional não foi grande festa mas pouco importa porque com os NSV mais as duas locals que nos acolheram e muito bem (obrigado sarah e sandra)não foi preciso e não sei se teriamos aguentado grandes festanças na rua até as tantas. Chegamos e chovia não a cantaros mas era aqula chuva molha nunos e sabastiões. Parou tal qual a inteira população femenina de toulouse para nos ver atravessar a cidade com mochilas e sem forças. Quando chegámos ao destino deparamo-nos com outro cubiculo mas este muito mais agradavel e digamos que 500% mais habitavél mesmo ao lado da igreja mais bonita que vimos até a data e a 2 minutos da praça do "capitol" que é turisticamente falando um terreiro do paço cá do sitio percurremos umas partes da cidade fomos ás referencias marcar com um "check" o nosso mapa de locais a visitar em toulouse e depois fomos inevitavelmente acabar num bistro qui s'apelle J'GO onde para além de se comer bem uma quota parte da refeição fica pela conta da casa ja que quem lá manda (e canta) é a sarah. Acabado o jantar voltou a chuva condenando assim as festas do 14 juille a singelas. Passada a chuva e o fogo de artificio fomos todos dormir excepto o Vasco o Sebas a Sarah e a Sandra (o Nuno não tem pedalada para nós que somos uns mauzões dito isto só ele é que teve forças para se levantar e ir em busca de inspiração artistica (na verdade tambem poderiamos ter ido mas preferimos não atrapalhar o artista e ficar aqui a escrever e a exprimir a nossa saudade enorme (NÂO). Bem já não são horas para tar de pijama e hoje temos que ir realmente brincar aos turistas e fazer a rota cultural de touluse (jardim japones, Museu das belas artes e mais um ou dois cujo nome não sei sequer escrever quanto mais pronunciar.)
Beijos e Abraços mas só para aqueles que merecem e provaram a sua enorme admiração ao seguir e comentar o nosso blog para os outros um aperto de mão impessoal.
Beijos e abraços para todos afinal!
Aqui estamos na terra das napolitanas (será?). Ontem apesar do cansaço o dia esteve longe de ser curto. Tenho que dizer que o feriado nacional não foi grande festa mas pouco importa porque com os NSV mais as duas locals que nos acolheram e muito bem (obrigado sarah e sandra)não foi preciso e não sei se teriamos aguentado grandes festanças na rua até as tantas. Chegamos e chovia não a cantaros mas era aqula chuva molha nunos e sabastiões. Parou tal qual a inteira população femenina de toulouse para nos ver atravessar a cidade com mochilas e sem forças. Quando chegámos ao destino deparamo-nos com outro cubiculo mas este muito mais agradavel e digamos que 500% mais habitavél mesmo ao lado da igreja mais bonita que vimos até a data e a 2 minutos da praça do "capitol" que é turisticamente falando um terreiro do paço cá do sitio percurremos umas partes da cidade fomos ás referencias marcar com um "check" o nosso mapa de locais a visitar em toulouse e depois fomos inevitavelmente acabar num bistro qui s'apelle J'GO onde para além de se comer bem uma quota parte da refeição fica pela conta da casa ja que quem lá manda (e canta) é a sarah. Acabado o jantar voltou a chuva condenando assim as festas do 14 juille a singelas. Passada a chuva e o fogo de artificio fomos todos dormir excepto o Vasco o Sebas a Sarah e a Sandra (o Nuno não tem pedalada para nós que somos uns mauzões dito isto só ele é que teve forças para se levantar e ir em busca de inspiração artistica (na verdade tambem poderiamos ter ido mas preferimos não atrapalhar o artista e ficar aqui a escrever e a exprimir a nossa saudade enorme (NÂO). Bem já não são horas para tar de pijama e hoje temos que ir realmente brincar aos turistas e fazer a rota cultural de touluse (jardim japones, Museu das belas artes e mais um ou dois cujo nome não sei sequer escrever quanto mais pronunciar.)
Beijos e Abraços mas só para aqueles que merecem e provaram a sua enorme admiração ao seguir e comentar o nosso blog para os outros um aperto de mão impessoal.
Beijos e abraços para todos afinal!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Em vez de vos deleitar com mais um soon to be histórico momento lírico e decidi faze-lo antes com uma ideia sublime, aqui vai a nova secção do nosso blog:
ATÉ À DATA:
Objectos perdidos: Nada consta (ainda mal abrimos as mochilas)
Objectos pelos quais demos falta: Carregador Nokia (esquecido por SFP em Casa)
Objectos encontrados: Muitos embora nenhum fosse digno de aqui constar
Maleitas Contraídas: Apenas uma unha partida logo antes da partida por VFP uma marca consideravelmente baixa tendo em conta que já passámos pela terra onde os suínos têm vindo a voar (suine flu)
Meninos Giros engatados pelo Nuno: Confirmados nada consta, no entanto ouve um período de ausência duvidoso.
vasco
ATÉ À DATA:
Objectos perdidos: Nada consta (ainda mal abrimos as mochilas)
Objectos pelos quais demos falta: Carregador Nokia (esquecido por SFP em Casa)
Objectos encontrados: Muitos embora nenhum fosse digno de aqui constar
Maleitas Contraídas: Apenas uma unha partida logo antes da partida por VFP uma marca consideravelmente baixa tendo em conta que já passámos pela terra onde os suínos têm vindo a voar (suine flu)
Meninos Giros engatados pelo Nuno: Confirmados nada consta, no entanto ouve um período de ausência duvidoso.
vasco
Bonjour! Acordei, não evitei fechar as pestanas e deixar a minha mente sonhar (Mafalda esta é para ti) com certas e determinadas coisas sem sentido. Sabe bem acordar e olhar pela janela e ver uma paisagem assim. A Paisagem na linha de comboio Hendaye – Toulouse é algo de subtilmente bonito. Fui quem mais dormiu na viagem, eles muito gozam mas quem se vai lixar em Toulouse são eles, MUAHAHA! E o pobre Nuno vai ser o primeiro a sentir isso na pele. Informo as mãezinhas que todos nós lavámos os dentes e pusemos desodorizante na estação de Hendaye, estando assim portanto todos muito bem cheirosos e de dentinhos a brilhar, de tal maneira que no 2º comboio, o Sr. Pica vestia-se de roxo (provavelmente a procura de algum engate) sorria muito, e pediu-me o bilhete 3 vezes, é inevitável não sentir o meu ego crescer. Enfim, chega por enquanto. Ditado do dia:
METAL UP YOUR ASS!
Sebas
METAL UP YOUR ASS!
Sebas
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